O neoliberalismo busca uma escola que qualifica o sujeito para o mercado de trabalho, ou seja, que padronize o ensino, numa educação alienadora, a uma determinada linha de pensamento, para que essas pessoas não tenham uma visão crítica da sociedade e uma concepção de mudança de mundo, preparando-a somente para o mercado de trabalho. O
importante é que educadores tenham conhecimento sobre essa relação de poder, de dominação, de padronização do ensino e da memorização e desatualização do ensino para não permitir que conceitos como esse façam parte do cotidiano escolar.
É interessante observar como retornamos, no presente e com distintas variações cotidianas, a um passado que imprimiu no modo de viver ocidental moderno as condutas características da cultura patriarcal, entre as quais, abandonar o outro quando este é o diferente e não existe no espaço convencional das relações de conviviabilidade. Na gestão do cuidado pressupõe o cuidado com o outro, a preocupação cm seu bem estar emocional.
A autora indica a pluralidade de práticas que evidenciam como os adultos desistem das crianças. Nos faz uma reflexão que tem por desejo dialogar com os interessados pela gestão do cuidado nas instituições que recebem as crianças que sofrem violências. Fala sobre as histórias dos abandonos de crianças que nos remete a pensar os modos como a sociedade conviveu e convive ainda hoje com elas. Enfatiza que é nas instituições, por excelência, que a gestão do cuidado encontra um sentido concreto de ações em rede e um significado amplo de política pública. São as instituições que podem inventar um original estilo de coexistência entre adultos e crianças para autorizar a construção de paradigmas de referências educativas.
Precisamos ser ousados para ultrapassar as fronteiras da “normalidade”, procurado construir novas formas de se fazer educação; formas complexas e atualizadas, que abordem e destaquem as características especificas da cada um.
importante é que educadores tenham conhecimento sobre essa relação de poder, de dominação, de padronização do ensino e da memorização e desatualização do ensino para não permitir que conceitos como esse façam parte do cotidiano escolar.
É interessante observar como retornamos, no presente e com distintas variações cotidianas, a um passado que imprimiu no modo de viver ocidental moderno as condutas características da cultura patriarcal, entre as quais, abandonar o outro quando este é o diferente e não existe no espaço convencional das relações de conviviabilidade. Na gestão do cuidado pressupõe o cuidado com o outro, a preocupação cm seu bem estar emocional.
A autora indica a pluralidade de práticas que evidenciam como os adultos desistem das crianças. Nos faz uma reflexão que tem por desejo dialogar com os interessados pela gestão do cuidado nas instituições que recebem as crianças que sofrem violências. Fala sobre as histórias dos abandonos de crianças que nos remete a pensar os modos como a sociedade conviveu e convive ainda hoje com elas. Enfatiza que é nas instituições, por excelência, que a gestão do cuidado encontra um sentido concreto de ações em rede e um significado amplo de política pública. São as instituições que podem inventar um original estilo de coexistência entre adultos e crianças para autorizar a construção de paradigmas de referências educativas.
Precisamos ser ousados para ultrapassar as fronteiras da “normalidade”, procurado construir novas formas de se fazer educação; formas complexas e atualizadas, que abordem e destaquem as características especificas da cada um.
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