O NEOLIBERALISMO E A PADRONIZAÇÃO DO ENSINO NAS INSTITUIÇÕES
ESCOLARES
Neste texto ao autor fala das relações de poder presente nas escolas, a padronização do ensino que conseqüentemente torna a educação alienadora e ideologica e as trasformações contemporâneas em meio ao sistema neoliberal. Também para demonstrar que essas relações de poder são de fato complexas e que esta doutrina defende o capital e o livre mercado, prega a redução do papel do Estado nas ações sociais, investe no individualismo, estimula o consumismo exacerbado e a competitividade.
Para Apple, a arma essencial é o conhecimento sobre este tipo de relação, porque desta forma a educação neste país não estaria comprometida.
A mcdonaldização das escolas propõem a padronização do ensino, promovendo políticas para a adaptação da força de trabalho à nova realidade econômica a educação e qualificação de mão de obra. Formar cidadão consumistas, individualistas e competitivos para atender as demandas do mercado, e trabalhadores que atendam as exigências do mercado de trabalho.
O neoliberalismo busca uma escola que qualifica o sujeito para o mercado de trabalho, ou seja, que padronize o ensino, numa educação alienadora, a uma determinada linha de pensamento, para que essas pessoas não tenham uma visão crítica da sociedade e uma concepção de mudança de mundo.
O SENTIDO INSTITUCIONAL DE ACOLHER: POR UMA GESTÃO DO CUIDADO COM AS CRIANÇAS VIOLENTADAS
A autora indica a pluralidade de práticas que evidenciam como os adultos desistem das crianças. Nos faz uma reflexão que tem por desejo dialogar com os interessados pela gestão do cuidado nas instituições que recebem as crianças que sofrem violências. Fala sobre as histórias dos abandonos de crianças que nos remete a pensar os modos como a sociedade conviveu e convive ainda hoje com elas. Enfatiza que é nas instituições, por excelência, que a gestão do cuidado encontra um sentido concreto de ações em rede e um significado amplo de política pública. São as instituições que podem inventar um original estilo de coexistência entre adultos e crianças para autorizar a construção de paradigmas de referências educativas.
O DEBATE SOBRE AS DIFERENÇAS E OS CAMINHOS PARA SE (RE)PENSAR A EDUCAÇÃO.
O autor discute as significações simbólicas que tais traços de diferença ganham e que escapam à ordem do tangível, do objetivo ou do real para se inscreverem na ordem do político e do simbólico. É deste tipo de diferença de que se fala e não sobre aquelas da ordem da cor da pele, da expressão fenotípica do caráter sexual ou de outros caracteres biológicos. Basicamente, o autor enfatiza o as idéias criadas com o preconceito contra os deficientes, principalmente os visuais e auditivos, e dos negros. Ele nos propõem refletir sobre o processo de exclusão/inclusão na educação.
ESCOLARES
Neste texto ao autor fala das relações de poder presente nas escolas, a padronização do ensino que conseqüentemente torna a educação alienadora e ideologica e as trasformações contemporâneas em meio ao sistema neoliberal. Também para demonstrar que essas relações de poder são de fato complexas e que esta doutrina defende o capital e o livre mercado, prega a redução do papel do Estado nas ações sociais, investe no individualismo, estimula o consumismo exacerbado e a competitividade.
Para Apple, a arma essencial é o conhecimento sobre este tipo de relação, porque desta forma a educação neste país não estaria comprometida.
A mcdonaldização das escolas propõem a padronização do ensino, promovendo políticas para a adaptação da força de trabalho à nova realidade econômica a educação e qualificação de mão de obra. Formar cidadão consumistas, individualistas e competitivos para atender as demandas do mercado, e trabalhadores que atendam as exigências do mercado de trabalho.
O neoliberalismo busca uma escola que qualifica o sujeito para o mercado de trabalho, ou seja, que padronize o ensino, numa educação alienadora, a uma determinada linha de pensamento, para que essas pessoas não tenham uma visão crítica da sociedade e uma concepção de mudança de mundo.
O SENTIDO INSTITUCIONAL DE ACOLHER: POR UMA GESTÃO DO CUIDADO COM AS CRIANÇAS VIOLENTADAS
A autora indica a pluralidade de práticas que evidenciam como os adultos desistem das crianças. Nos faz uma reflexão que tem por desejo dialogar com os interessados pela gestão do cuidado nas instituições que recebem as crianças que sofrem violências. Fala sobre as histórias dos abandonos de crianças que nos remete a pensar os modos como a sociedade conviveu e convive ainda hoje com elas. Enfatiza que é nas instituições, por excelência, que a gestão do cuidado encontra um sentido concreto de ações em rede e um significado amplo de política pública. São as instituições que podem inventar um original estilo de coexistência entre adultos e crianças para autorizar a construção de paradigmas de referências educativas.
O DEBATE SOBRE AS DIFERENÇAS E OS CAMINHOS PARA SE (RE)PENSAR A EDUCAÇÃO.
O autor discute as significações simbólicas que tais traços de diferença ganham e que escapam à ordem do tangível, do objetivo ou do real para se inscreverem na ordem do político e do simbólico. É deste tipo de diferença de que se fala e não sobre aquelas da ordem da cor da pele, da expressão fenotípica do caráter sexual ou de outros caracteres biológicos. Basicamente, o autor enfatiza o as idéias criadas com o preconceito contra os deficientes, principalmente os visuais e auditivos, e dos negros. Ele nos propõem refletir sobre o processo de exclusão/inclusão na educação.
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