sábado, 30 de agosto de 2008

CRÔNICA DOS FILMES: NOME DA ROSA E TEMPOS MODERNOS ALINI

Voltar ao passado é reviver um pesadelo. Uma época de muito sofrimento, impunidade, de injustiça para milhares de pessoas, principalmente, para os mais necessitados, onde quem fazia as leis era a Inquisição (Antigo tribunal eclesiástico instituído com o fim de investigar e punir crimes contra a fé católica; Santo Ofício, como era chamado.). Uma época sem Democracia, onde as leis eram efetivadas através da tortura, era mais ou menos assim: “Acreditem ou paguem o preço”, uma época onde o aprendizado significava sofrimento, quanto mais se aprendia mais se sofria, o que ensinar e aprender para a classe rica da época, ficava a cargo da Igreja, dos padres.
Com a chegada de uma nova era, dos tempos modernos, as coisas começaram a mudar. Já existia a polícia para investigar e punir.
Hoje vivemos num mundo globalizado, com muitas tecnologias, mais que ainda não perdeu algumas características do passado. Somos governados pelos horários, pelo trabalho, pela escola, muitas vezes temos que aprender algo que talvez não gostaríamos de aprender, seguimos um trajeto que fomos ensinados a seguir, os pais, principalmente, dizem assim: “Seguem por esse caminho que é correto, mais se você quiser!” , só que não é bem assim, como nós escutamos eles, acabamos seguindo, claro que é para o nosso bem!.
Seguimos um parâmetro de vida deixado como “herança” pelos nossos antepassados. Existem muitas pessoas ainda que só porque moram junto e não são casados na Igreja não tomam a Santa Eucaristia, porque acreditam ser pecado, algo trazido de épocas atrás.
Temos muitos privilégios sim, com a revolta dos sofredores do passado, hoje vivemos num verdadeiro paraíso em relação a eles. E graças a eles, hoje podemos ter um mundo bem melhor, com muitas tecnologias de informação e tecnologias para a saúde, temos confortos, comodidades, não somos torturados caso não concordamos com algo, não somos presos e nem torturados se não seguirmos a Inquisição, temos o direito de discordar das opiniões formadas pela Igreja ou por qualquer tipo de Regime de leis. A arquitetura Católica mudou, não são mais aqueles mausoléus assombrados, e sim belas arquiteturas. Mudou também como viam as mulheres, pois nós éramos chamadas de demônios. As escolas, ainda podemos dizer que seguem um mesmo parâmetro das primeiras construções.
Mas, ainda hoje, nem tudo é um mar de rosas, depois de toda essa “libertação” da Inquisição, presenciamos fatos de torturas, como: Exploração Sexual, Exploração Trabalhista, que presenciamos ao assistir televisão e vimos, por exemplo, os bóias-frias que trabalham numa verdadeira escravidão, Prostituição (muitas pessoas ainda vendem o corpo para poder se alimentar), hoje não é a Inquisição que pune e até mata, não se morre mais na forca, na fogueira, e sim se morre pela tecnologia criada pelo homem, algo que devia servir para o nosso bem e que às vezes vira uma verdadeira máquina pra matar: milhares de vidas são perdidas todo ano no trânsito, na violência urbana, nas agressões, na troca de tiros, nas mãos de traficantes (que fazem “justiça” com as próprias mãos, matando e torturando almas inocentes, que moram nas favelas ou que são seqüestrados, os famosos seqüestros relâmpagos) e a Justiça que foi feita para nos proteger, também comete erros, como deixar um inocente atrás das grades, ou prender um inocente porque roubou uma simples galinha para matar a fome dos filhos, enquanto muitos de colarinho ficam soltos por ai.
Hoje não é a Inquisição que dá a sentença, e sim a justiça do bem (Juízes) ou do mal (tráfico, injustiças).
Mais como tudo muda, tenho fé de que o nosso mundo melhore, para que ninguém mais sofra pelas vidas perdidas pelas tecnologias que foram criadas para nos proteger, para nos dar maior acessibilidade e conforto!
Vamos levantar uma bandeira contra qualquer tipo de violência e exploração, vamos comandar a batalha para melhorar a nossa casa, o nosso mundo, o Planeta Água, assim como fizeram nossos antepassados, todos os que foram contra as impunidades da Inquisição, POIS UNIDOS TEMOS UMA ENORME FORÇA!





CRÔNICA DOS FILMES: O NOME DA ROSA E TEMPOS MODERNOS_LETIANE

No passado a arquitetura escolar não era muito diferente de hoje em dia, uma grande construção dividida em salas, onde o aluno fica “preso” por um período no intuito de adquirir conhecimento, e apenas o professor era o conhecedor deste, que era privilégio de poucos, diferente de hoje em dia onde o conhecimento anda com a gente e é um direito de todos.
Naquela época uma pequena porção da população eram “donos da verdade”, os demais, o restante que completa o inteiro da porção, “escravos” do modo de pensar deles.
Para manter a ordem daquela hierarquia desumana os alunos não eram educados e sim moldados de acordo com o modo de ver e pensar o mundo dos “donos da verdade”, ninguém podia pensar ou agir de forma diferente dos ensinamentos que lhes eram passados sob pena de tortura ou ainda condenado a fogueira.
O conhecimento era de difícil acesso e muitos se perderam em busca dele, mas a sede de conhecimento foi se expandindo e tomando conta das pessoas que começaram a lutar pelos seus direitos, nesta luta muitos foram presos, outros morreram, mas a luta por um mundo mais justo e mais humano estava iniciada, graças a quem pensou, ousou e acreditou, graças a quem arriscou sua própria vida. Foi o início de um novo tempo.
Onde estava o bom senso daquelas pessoas, os “donos da verdade”, se somos todos iguais, pode mudar o nome, o sobrenome, as preferências, mas somos todos seres humanos.
Ainda estamos longe de um mundo digno, ainda há muita coisa errada que precisa ser mudada, há muitos morrendo de fome, muitos inocentes sendo condenados e mortos, mas já conseguimos mudar muitos conceitos ou parte deles, já conquistamos um espaço que muitos nem sonhavam.
Podemos ser comparados ao alumínio que não é ouro, mas pode brilhar se for polido com carinho, assim como tantos outros metais, do contrário, ele pode ficar opaco e sem brilho. Podemos imaginar um mundo de pessoas opacas que escondem por trás da opacidade muitas qualidades só pra si, sem que ninguém saiba o quanto poderiam brilhar e imaginar um mundo de pessoas que ao brilharem irradiassem muitos sentimentos bons como o amor, a paz, o carinho, entre outros.
Assim como as estrelas, não importa o tamanho, se fazem notar na imensidão da escuridão e há lugar para todas, e quanto mais estrelas a brilharem mais lindo fica o céu. Também há lugar aqui na Terra para o brilho de cada um e fazer desta um paraíso radiante.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O NOME DA ROSA E TEMPOS MODERNOS - EVANDRO

... e nos mosteiros no alto das montanhas, entre livros e "resto de gente" dá-se o conhecimento. Em tempos de 1327 depois de Cristo, na sujeira dos mosteiros (verdadeiras prisões) e entre torres enormes, enclausurados, os monges "construiam" conhecimento. Os livros proibidos para os populares continham segredos sobre pensamentos dos próprios religiosos. Os filhos que famílias ricas eram deixados sob os cuidados dos monges para que fossem educados. Um filho para cada monge ou cada monge com um filho. Estes eram os tutores dos menores. O conhecimento era sinônimo de sofrimento. O novo era coisa de demônios. As tragédias, castigos dos deuses. A igreja, detentora do saber e soberana, não podia ser contrariada. Tinha poder de vida ou morte sobre qualquer pessoa, inclusive os próprios monges. Nesse contexto, um aprendiz de monge apaixona-se por uma plebéia, "resto de gente", cujo "nome era ... Rosa"?
Em "tempos modernos", as pessoas eram "modeladas" para o trabalho em fábricas. Verdadeiros robôs. Os prédios das fábricas e das cadeias se confundiam em sua arquitetura. Modernidade somente nas fábricas. Não havia escola, mas polícia havia bastante. Esta sim tem o poder sobre as pessoas. E a prisão garante um certo conforto. Mais vale um dia na prisão que um ano de liberdade sem emprego, sem moradia, sem alimento.
No passado, opressão. No presente, repressão. E no futuro? No futuro, reflexão!

CRÔNICA_MÔNICA


A educação evolui com o passar dos anos, se transforma com o avanço da tecnologia e novas descobertas na área cientifica.
Na idade media, a arte de educar era dever dos monges e padres e privilegiava somente os filhos de fazendeiros, comerciantes...
O conhecimento era limitado, somente se ensinava o que era conveniente aos religiosos, como dogmas, a sagrada escritura, grandes teólogos...
Algumas obras de filósofos eram proibidas, pois contrariavam as concepções religiosas e colocavam em duvida as praticas religiosas da época.
Esse conhecimento era repassado em mosteiros, salas escuras e grandes. As construções eram de aspecto desagradável, com expressão de abandono e descaso pela educação.
Os tempos mudaram e a concepção de educação também. Com a modernidade, viu-se a necessidade de pessoas competentes com aptidões diferenciadas para manipular maquinas, administrar industrias...
Neste momento observou-se que a educação teria que dar preferência a essa carência de conhecimento, destacando o professor como individuo preparado para repassar conhecimento, também comprometendo o estado com a educação, garantindo pela lei estrutura para uma educação de qualidade para todos.
A educação gradativamente deixa de ser transmissão da doutrina cristã para dar ênfase ao aprendizado que da oportunidade a todos de se tornarem pessoas com caráter e visão critica do mundo no qual fazem parte.