
O autor discute uma visão de escola mecanizada, onde o livro é a centralidade e não há espaço para convivências afetivas. Porém, a escola é um lugar de conviver e partilhar visões de mundo e experiências de vida.
É fundamental criar novos olhares para contemplar a complexidade dos contextos educativos sob a ótica de uma estética da vida repleta de suas belezas e imperfeições.
A organização da escola se efetiva em espaços e tempos, se entrelaçam em seus significados objetivos e subjetivos. A noção tempo-espaço ao ser incorporada à vida do cotidiano escolar e as relações sociais que compõem a organização escolar.
Temos que pensar também no afeto, no carinho que deve haver nas relações entre todos os envolvidos na escola, articulando com a idéia de como ela se organiza com a gestão do cuidado. E nunca esquecer:
Qual o território do nosso olhar?
Tudo depende do jeito que a gente vê!!!
“Aprendi com as primaveras a me deixar cortar, para poder voltar sempre inteira”.(Cecília Meirelles).