A escola deveria ser o local de preparação para o convívio social, levando o cidadão a discutir e refletir sobre sua realidade, reconhecendo assim o que poderia ser melhorado.Na nossa sociedade a instituição escola e desenvolvida com outro objetivo; preparar os indivíduos para um mundo globalizado, competitivo, individualista...., sem dispor aos alunos uma outra opção, desenvolvendo assim um cidadão sem opinião própria e nem bom senso.
Somente com o desenvolvimento de um ser crítico e reflexivo, seria possível a construção de uma sociedade justa e igualitária, sem desigualdades e preconceitos. Estes cidadãos seriam capazes de reivindicar seus direitos perante a uma classe corrupta.
As diferenças fazem parte do nosso cotidiano.Existem grupos de pessoas que são excluídas por se expressarem de uma forma diferente, porém precisam se organizar conforme as pessoas “normais” convivem entre si.
“A DEFICIÊNCIA NÃO É UMA QUESTÃO BIOLÓGICA E SIM UMA RETÓRICA CULTURAL.”(frase retirada do texto)
A deficiência e sempre relatada como um tema que visa a convencer a sociedade que a diferença é uma agressão a organização social.
Faz parte do panorama político e educacional os parâmetros de normalidade entre as pessoas, não respeitando a singularidade e o individualismo de cada um. Precisamos ser ousados para ultrapassar as fronteiras da “normalidade”, procurado construir novas formas de se fazer educação; formas complexas e atualizadas, que abordem e destaquem as características especificas da cada um.
Em muitas situações a criança e considerada um empecilho na vida dos adultos, isto demonstra uma experiência de rejeição vivida pela criança na infância e que reflete em um adulto agressivo, inconformado, revoltado...
Esta situação transforma o adulto em um ser desconfiado, com dificuldade de relacionamento.
Precisamos cuidar do outro , para cuidar da vida. Nosso cotidiano, afazeres e prazeres estão interligados com outro individuo, por isso devemos cultivar relações com cuidado.É na violência que está a morte do cuidado, o descaso com a vida, simboliza a morte.Devemos estar preparados para acalentar uma criança violentada, nos colocar diante de sua dor, para sabermos como agir.
A violência entre adultos e crianças é considerada como qualquer distúrbio emocional causado na criança, perante situações conflitantes, inclusive negligenciar cuidados básicos para sobreviver com dignidade.
Na gestão do cuidado se pressupõe o cuidado com o outro, a preocupação com o seu bem estar emocional.
Somente com o desenvolvimento de um ser crítico e reflexivo, seria possível a construção de uma sociedade justa e igualitária, sem desigualdades e preconceitos. Estes cidadãos seriam capazes de reivindicar seus direitos perante a uma classe corrupta.
As diferenças fazem parte do nosso cotidiano.Existem grupos de pessoas que são excluídas por se expressarem de uma forma diferente, porém precisam se organizar conforme as pessoas “normais” convivem entre si.
“A DEFICIÊNCIA NÃO É UMA QUESTÃO BIOLÓGICA E SIM UMA RETÓRICA CULTURAL.”(frase retirada do texto)
A deficiência e sempre relatada como um tema que visa a convencer a sociedade que a diferença é uma agressão a organização social.
Faz parte do panorama político e educacional os parâmetros de normalidade entre as pessoas, não respeitando a singularidade e o individualismo de cada um. Precisamos ser ousados para ultrapassar as fronteiras da “normalidade”, procurado construir novas formas de se fazer educação; formas complexas e atualizadas, que abordem e destaquem as características especificas da cada um.
Em muitas situações a criança e considerada um empecilho na vida dos adultos, isto demonstra uma experiência de rejeição vivida pela criança na infância e que reflete em um adulto agressivo, inconformado, revoltado...
Esta situação transforma o adulto em um ser desconfiado, com dificuldade de relacionamento.
Precisamos cuidar do outro , para cuidar da vida. Nosso cotidiano, afazeres e prazeres estão interligados com outro individuo, por isso devemos cultivar relações com cuidado.É na violência que está a morte do cuidado, o descaso com a vida, simboliza a morte.Devemos estar preparados para acalentar uma criança violentada, nos colocar diante de sua dor, para sabermos como agir.
A violência entre adultos e crianças é considerada como qualquer distúrbio emocional causado na criança, perante situações conflitantes, inclusive negligenciar cuidados básicos para sobreviver com dignidade.
Na gestão do cuidado se pressupõe o cuidado com o outro, a preocupação com o seu bem estar emocional.
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